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O VOTO NO SISTEMA DE IDENTIFICAÇÃO BIOMÉTRICA
Os eleitores mal notarão as mudanças na hora do votar. Isso porque a urna biométrica vai informatizar um procedimento operacional: a liberação das urnas não mais será feita pelos mesários, mas sim pela leitura das impressões digitais do próprio eleitor. É a tecnologia a serviço da segurança do voto e da lisura do processo eleitoral.
No ano passado, 25 mil urnas, a um custo de 890 dólares cada, foram adquiridas com o novo sistema - original de fábrica - de leitura biométrica. A quantidade é suficiente para todas as zonas eleitorais de Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Rondônia. No entanto, como estão em fase de testes, a leitura biométrica só será feita em um dos municípios de cada estado.
A Justiça Eleitoral conta com outras 355 mil urnas para as eleições que, embora não possuam ainda o software da biometria, este poderá ser adaptado futuramente, pois basta se acoplar o leitor biométrico e instalar o software para se realizar a leitura das digitais dos eleitores. Esse equipamento custa apenas 15 dólares a unidade, pois trata-se de um acessório instalado na urna.
No novo sistema, como não vai ser mais necessário que o mesário habilite a urna e a libere para o cidadão votar - será suficiente o simples registro da digital para o próprio eleitor autorizar o processo de votação - a tendência é a de que a votação torne-se ainda mais rápida.
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